Tartarugas marinhas chegam para desovar na costa da Nicarágua - ISTOÉ Independente

Milhares de tartarugas marinhas desovaram na costa da Nicarágua no último fim de semana, em uma de suas últimas chegadas da temporada e sob o olhar atento do Exército, que protege seus ninhos de possíveis predadores, entre eles o ser humano. As tartarugas-olivas (Lepidochelys Olivacea) chegam em massa para desovar entre julho e janeiro no […]

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2021-12-06 23:15:11

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Uma tartaruga-oliva (Lepidochelys olivacea) chega para desovar na praia do Refúgio de Vida Selvagem La Flor em San Juan del Sur, Nicarágua, em 5 de dezembro de 2021 - AFP

AFP

Milhares de tartarugas marinhas desovaram na costa da Nicarágua no último fim de semana, em uma de suas últimas chegadas da temporada e sob o olhar atento do Exército, que protege seus ninhos de possíveis predadores, entre eles o ser humano.

As tartarugas-olivas (Lepidochelys Olivacea) chegam em massa para desovar entre julho e janeiro no refúgio de vida selvagem de La Flor e Chacocente, no Pacífico, um lugar onde esta espécie ameaçada de extinção, devido ao saque de seus ovos, é protegida.

A praia de La Flor, em San Juan del Sur, departamento de Rivas, é um destino turístico do sul do país e propício para a nidificação e desova da tartaruga-oliva, devido ao seu clima tropical e águas quentes, que favorecem sua reprodução, segundo ambientalistas.

Essa espécie, que na idade adulta mede pouco mais de meio metro e pesa cerca de 38 quilos, pode colocar cerca de 90 ovos durante a madrugada até o amanhecer. O processo de incubação dura entre 40 e 70 dias.

+ O maior organismo do mundo está sendo lentamente devorado por cervos + Antigo parente humano ‘andava como homem, mas escalava como macaco’

Segundo estimativas do Ministério de Recursos Naturais e Meio Ambiente, para cada 100 tartarugas que conseguem nascer, 90 entram no mar, mas apenas três chegam à idade adulta.

As autoridades ambientais realizam um plano de conservação da tartaruga marinha, em conjunto com o Exército, para evitar o saque descontrolado de seus ovos por comunidades vizinhas.

A tartaruga-oliva se distingue por sua cor verde oliva e é uma das cinco espécies que fazem ninhos na Nicarágua, além da tartaruga-verde, a tartaruga-de-pente, a tartaruga-comum e a tartaruga-de-couro.

Milhares de tartarugas marinhas desovaram na costa da Nicarágua no último fim de semana, em uma de suas últimas chegadas da temporada e sob o olhar atento do Exército, que protege seus ninhos de possíveis predadores, entre eles o ser humano.

As tartarugas-olivas (Lepidochelys Olivacea) chegam em massa para desovar entre julho e janeiro no refúgio de vida selvagem de La Flor e Chacocente, no Pacífico, um lugar onde esta espécie ameaçada de extinção, devido ao saque de seus ovos, é protegida.

A praia de La Flor, em San Juan del Sur, departamento de Rivas, é um destino turístico do sul do país e propício para a nidificação e desova da tartaruga-oliva, devido ao seu clima tropical e águas quentes, que favorecem sua reprodução, segundo ambientalistas.

Essa espécie, que na idade adulta mede pouco mais de meio metro e pesa cerca de 38 quilos, pode colocar cerca de 90 ovos durante a madrugada até o amanhecer. O processo de incubação dura entre 40 e 70 dias.

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Segundo estimativas do Ministério de Recursos Naturais e Meio Ambiente, para cada 100 tartarugas que conseguem nascer, 90 entram no mar, mas apenas três chegam à idade adulta.

As autoridades ambientais realizam um plano de conservação da tartaruga marinha, em conjunto com o Exército, para evitar o saque descontrolado de seus ovos por comunidades vizinhas.

A tartaruga-oliva se distingue por sua cor verde oliva e é uma das cinco espécies que fazem ninhos na Nicarágua, além da tartaruga-verde, a tartaruga-de-pente, a tartaruga-comum e a tartaruga-de-couro.

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