São Paulo reduz para oito semanas o intervalo entre doses da vacina da Pfizer - ISTOÉ Independente

O Estado de São Paulo vai reduzir o intervalo entre as doses da vacina da Pfizer a partir desta sexta-feira, 24. A segunda dose desse imunizante poderá ser aplicada oito semanas após a primeira. No início do mês, o Ministério da Saúde havia anunciado a redução, mas não deu mais detalhes. A informação foi dada […]

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2021-09-22 17:54:10

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Estadão Conteúdo

O Estado de São Paulo vai reduzir o intervalo entre as doses da vacina da Pfizer a partir desta sexta-feira, 24. A segunda dose desse imunizante poderá ser aplicada oito semanas após a primeira. No início do mês, o Ministério da Saúde havia anunciado a redução, mas não deu mais detalhes.

A informação foi dada pela coordenadora-geral do Programa Estadual de Imunizações (PEI), Regiane de Paula, em coletiva de imprensa nesta quarta-feira, 22. “Quem já recebeu a primeira dose desse imunizante poderá receber a segunda dose quatro semanas antes do prazo inicialmente indicado na sua carteira de vacinação”, disse Regiane. Cerca de dois milhões de doses serão enviadas aos 645 municípios para viabilizar a antecipação.

Segundo o Estado, 6,9 milhões de pessoas já imunizadas com a primeira dose serão beneficiadas com a redução do intervalo. A Secretaria de Estado da Saúde e a Prodesp (Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo) disseram estar reprogramando o disparo de mensagens de texto pelo celular e e-mail com informações sobre esta medida.

A coletiva desta quarta-feira marcou a primeira entrega de doses da Coronavac pelo governo de São Paulo diretamente a outras unidades da federação. Os Estados do Ceará, Pará, Piauí, Espírito Santo e Mato Grosso compraram, ao todo, 2,5 milhões de doses da vacina produzida pelo Instituto Butantan. De acordo com Dimas Covas, cada dose custa US$ 10,30, mesmo valor pago pelo governo federal.

Wellington Dias (PT), governador do Piauí, afirmou que seu Estado é um dos que possuem uma grande defasagem na vacinação. “Ainda há muita gente precisando tomar a primeira dose […] Fizemos várias tentativas de suprir essa falha do governo federal, mas algumas barreiras nos impediam. Então hoje é um dia histórico”, disse.

O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), disse que seu Estado se ofereceu para ser parceiro do Instituto Butantan em um futuro estudo para uso da Coronavac em crianças de três a 11 anos. “O uso em crianças ainda não é liberado pela Anvisa, mas já é em outros países”, disse. Casagrande informou também que reservou doses da Butanvac, vacina que está sendo desenvolvida no Instituto Butantan, para usar na campanha de vacinação do ano que vem se for necessário.

Problemas nos dados da pandemia

O secretário Estadual de Saúde, Jean Gorinchteyn, informou que o problema para notificar casos de covid-19 ao Ministério da Saúde está resolvido. Nas últimas semanas, os Estados estavam enfrentando dificuldades com a nova versão do sistema e-SUS Notifica, plataforma usada para registrar as informações relacionadas à pandemia. Por isso, houve uma queda brusca de quase 80% no número de novos casos de covid no Estado, seguido por um forte aumento de mais de 300%, segundo Gorinchteyn.

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O Estado de São Paulo vai reduzir o intervalo entre as doses da vacina da Pfizer a partir desta sexta-feira, 24. A segunda dose desse imunizante poderá ser aplicada oito semanas após a primeira. No início do mês, o Ministério da Saúde havia anunciado a redução, mas não deu mais detalhes.

A informação foi dada pela coordenadora-geral do Programa Estadual de Imunizações (PEI), Regiane de Paula, em coletiva de imprensa nesta quarta-feira, 22. “Quem já recebeu a primeira dose desse imunizante poderá receber a segunda dose quatro semanas antes do prazo inicialmente indicado na sua carteira de vacinação”, disse Regiane. Cerca de dois milhões de doses serão enviadas aos 645 municípios para viabilizar a antecipação.

Segundo o Estado, 6,9 milhões de pessoas já imunizadas com a primeira dose serão beneficiadas com a redução do intervalo. A Secretaria de Estado da Saúde e a Prodesp (Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo) disseram estar reprogramando o disparo de mensagens de texto pelo celular e e-mail com informações sobre esta medida.

A coletiva desta quarta-feira marcou a primeira entrega de doses da Coronavac pelo governo de São Paulo diretamente a outras unidades da federação. Os Estados do Ceará, Pará, Piauí, Espírito Santo e Mato Grosso compraram, ao todo, 2,5 milhões de doses da vacina produzida pelo Instituto Butantan. De acordo com Dimas Covas, cada dose custa US$ 10,30, mesmo valor pago pelo governo federal.

Wellington Dias (PT), governador do Piauí, afirmou que seu Estado é um dos que possuem uma grande defasagem na vacinação. “Ainda há muita gente precisando tomar a primeira dose […] Fizemos várias tentativas de suprir essa falha do governo federal, mas algumas barreiras nos impediam. Então hoje é um dia histórico”, disse.

O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), disse que seu Estado se ofereceu para ser parceiro do Instituto Butantan em um futuro estudo para uso da Coronavac em crianças de três a 11 anos. “O uso em crianças ainda não é liberado pela Anvisa, mas já é em outros países”, disse. Casagrande informou também que reservou doses da Butanvac, vacina que está sendo desenvolvida no Instituto Butantan, para usar na campanha de vacinação do ano que vem se for necessário.

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