Referendo na Suíça aprova passaporte sanitário anti-Covid - ISTOÉ Independente

GENEBRA, 28 NOV (ANSA) – A população da Suíça aprovou neste domingo (28) a exigência de certificado sanitário anti-Covid para acesso a determinados locais, como restaurantes e cinemas, por um placar de 62% a 38%.    Os suíços foram chamados às urnas para votar em um referendo sobre alterações na legislação federal contra a pandemia, após […]

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2021-11-28 17:57:17

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GENEBRA, 28 NOV (ANSA) – A população da Suíça aprovou neste domingo (28) a exigência de certificado sanitário anti-Covid para acesso a determinados locais, como restaurantes e cinemas, por um placar de 62% a 38%.   

Os suíços foram chamados às urnas para votar em um referendo sobre alterações na legislação federal contra a pandemia, após comitês contrários ao passe terem reunido o mínimo de assinaturas necessário para convocar uma consulta popular.   

A votação dizia respeito a emendas na legislação anti-Covid que permitiram o aumento dos auxílios financeiros do governo e estabeleceram as bases legais para o certificado sanitário para vacinados, curados ou testados contra o novo coronavírus.   

Esse documento é exigido desde meados de setembro para acesso em diversos lugares públicos, como restaurantes e museus, e se tornou alvo de recorrentes protestos de negacionistas da pandemia.   

+ O maior organismo do mundo está sendo lentamente devorado por cervos + Estrela do TikTok morre aos 37 anos

O referendo ocorreu em meio a uma nova alta dos casos na Suíça e ao crescente temor com a variante Ômicron, mas a população se expressou claramente a favor das restrições. Os únicos cantões com vitória do “não” são os de Schwyz e Appenzell Interior.   

Os defensores do “não” alegavam que o certificado é um ataque à liberdade individual e, na prática, torna a vacinação obrigatória.   

A Suíça tem 65% de sua população totalmente vacinada contra a Covid, segundo o portal Our World in Data, índice menor que o de países fronteiriços, como Itália (73%), França (69%) e até Alemanha (68%), onde a desconfiança sobre os imunizantes levou a uma explosão no número de casos.   

Antes do referendo, o ministro suíço do Interior, Alain Berset, disse em um debate que queria “sair logo dessa situação”, enquanto um grupo defensor do “sim” baseou sua campanha no slogan “Vacinem-se e parem de choramingar”. (ANSA).   

GENEBRA, 28 NOV (ANSA) – A população da Suíça aprovou neste domingo (28) a exigência de certificado sanitário anti-Covid para acesso a determinados locais, como restaurantes e cinemas, por um placar de 62% a 38%.   

Os suíços foram chamados às urnas para votar em um referendo sobre alterações na legislação federal contra a pandemia, após comitês contrários ao passe terem reunido o mínimo de assinaturas necessário para convocar uma consulta popular.   

A votação dizia respeito a emendas na legislação anti-Covid que permitiram o aumento dos auxílios financeiros do governo e estabeleceram as bases legais para o certificado sanitário para vacinados, curados ou testados contra o novo coronavírus.   

Esse documento é exigido desde meados de setembro para acesso em diversos lugares públicos, como restaurantes e museus, e se tornou alvo de recorrentes protestos de negacionistas da pandemia.   

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O referendo ocorreu em meio a uma nova alta dos casos na Suíça e ao crescente temor com a variante Ômicron, mas a população se expressou claramente a favor das restrições. Os únicos cantões com vitória do “não” são os de Schwyz e Appenzell Interior.   

Os defensores do “não” alegavam que o certificado é um ataque à liberdade individual e, na prática, torna a vacinação obrigatória.   

A Suíça tem 65% de sua população totalmente vacinada contra a Covid, segundo o portal Our World in Data, índice menor que o de países fronteiriços, como Itália (73%), França (69%) e até Alemanha (68%), onde a desconfiança sobre os imunizantes levou a uma explosão no número de casos.   

Antes do referendo, o ministro suíço do Interior, Alain Berset, disse em um debate que queria “sair logo dessa situação”, enquanto um grupo defensor do “sim” baseou sua campanha no slogan “Vacinem-se e parem de choramingar”. (ANSA).   

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